Uma das resoluções de Mark Zuckerberg para 2018 foi 'consertar o Facebook', algo que a rede social já começou a sentir na mudança recente em seu feed de notícias, que agora, exibe mais publicações de amigos e familiares.

Mas essa, pelo visto, não vai ser a única mudança benéfica a ser implementada na plataforma.

Sabemos que a rede social pode ser utilizada como 'manobra de massa' também em relação à política, por conta de seus algoritmos, que priorizam apenas o que as pessoas curtem, compartilham e comentam, fazendo com que elas fiquem dentro de uma espécie de 'bolha de informações' — dificultando o acesso a conteúdos, por exemplo elucidativos, que vão de contra seus partidos políticos ou candidatos de apoio — algo que, em outras palavras, 'fere' a democracia por meio da alienação.
Em um texto recém-publicado por Samidh Chakrabarti (líder de engajamento cívico no Facebook) no blog oficial da empresa, a firma admitiu 'demorar a reconhecer que agentes nocivos estavam abusando da plataforma', um exemplo que pôde ser visto, por exemplo, durante a campanha de Donald Trump (que vários grupos acreditam só ter conseguido ser eleito graças às Fake News).

Agora, a companhia trabalha para tentar evitar esse grande problema, e descobrir como o Facebook influencia nas eleições.

O primeiro passo para isso abrangerá a forma como a rede lida com as notícias falsas e sua disseminação, implementando um recurso onde fontes confiáveis serão destacadas, tudo isso com base no feedback deixado pelos próprios usuários.