Em pouco menos de 48 horas, 194 desenvolvedores estão trabalhando para aperfeiçoar um algoritmo - em código aberto - que por meio da latitude da pessoa desaparecida correlaciona o sinal do celular com o fluxo da lama despejada na região. "As operadoras têm os dados, mas têm restrições para repassa-los, mas elas podem usar nosso algoritmo, criado a partir de uma demanda da equipe de gerenciamento de crise da Vale", diz Diego Oliveira, daBirminD, responsável pelo código do algoritmo.